O LÚDICO NA SALA DE AULA: PROPONDO ATIVIDADES DIFERENCIADAS

Mirelle Cândido Vecchietti [1]

Resumo: O presente artigo trás como enfoque principal a questão do lúdico na sala de aula, os benefícios e dificuldades existentes ao propor tal metodologia. O jogo e a brincadeira aparecem como formas de se trabalhar o lúdico. A formação e disponibilidade do professor para se utilizar tal metodologia são colocadas como essenciais para o desenvolvimento de atividades de qualidade com as crianças. Perceber, também, o processo da criança é fundamental para que não se desista da busca por uma escola mais prazerosa.

Palavras-chave: lúdico, educação, ensino-aprendizagem, criança

INTRODUÇÃO

Este trabalho trata da questão do lúdico na sala de aula, considerando os jogos e brincadeiras formas de se trabalhar o lúdico. Trata também da importância da ludicidade para a aquisição do conhecimento, dos desafios encontrados e enfrentados para atingir o objetivo de levar a ludicidade para a sala de aula, como a importância da pesquisa e formação permanentes dos professores. Além de trazer a necessidade de a escola tornar-se cada vez mais prazerosa para todos que passam o seu tempo dentro dela, sejam alunos ou funcionários.

Esta temática surgiu a partir da realização de estágio (observação e intervenção) na Escola Básica Municipal Vitor Miguel de Souza localizada no município de Florianópolis, em que pudemos (éramos 3 estagiárias) propor atividades lúdicas aos alunos da 4ª série, e pode-se perceber a importância que tem este tipo de atividade além de verificar um resultado mais positivo do que os esperados com a intervenção. Portanto o lúdico na sala de aula é o tema principal deste artigo.

 

O JOGO, A BRINCADEIRA E O LÚDICO NA SALA DE AULA

Para compreender mais o lúdico em si serão trazidas questões referentes ao jogo e brincadeira, formas mais comuns de se trabalhar com a ludicidade.

Devemos levar em conta o brincar como uma atividade natural, espontânea e necessária para a criança, sendo assim, uma peça importantíssima na sua formação. Se assim for visto pelos educadores torna-se muito mais fácil levar a brincadeira e os jogos para a sala de aula, não deixando apenas para os momentos da educação física e o recreio.

Por meio dos jogos e das brincadeiras o educando explora muito mais sua criatividade, melhora sua conduta no processo ensino-aprendizagem e sua auto-estima, porém, o educador deve ter cuidado de como são colocados os jogos em seus fins pedagógicos, para que não se transformem em atividade dirigida e manipuladora. Se isso ocorrer o jogo deixará de ser jogo, pois não será caracterizado com liberdade e espontaneidade.

Volpato (2002) coloca que o jogo deve ser visto como “possibilidade de ser mediador de aprendizagens e propulsor de desenvolvimento no ensino formal” (p. 87), mas quando “[...] a atividade se torna utilitária e se subordina como meio a um fim, perde o atrativo e o caráter de jogo” (p. 87). A partir do momento que a criança é obrigada a realizar um jogo, sem nenhum interesse ou motivação, o jogo perde toda a sua característica e acaba tornando-se mais uma atividade “séria” de sala de aula.

O lúdico faz parte das atividades essenciais da dinâmica humana, caracterizando-se por ser espontâneo funcional e satisfatório. A origem da palavra lúdico está na palavra latina “ludus” que quer dizer “jogo”. Lúdico pode ser uma brincadeira, um jogo ou qualquer outra atividade que possibilite instaurar um estado de inteireza: uma dinâmica de integração grupal ou de sensibilização, um trabalho de recorte e colagem, uma das muitas expressões dos jogos dramáticos, exercícios de relaxamento e respiração, uma ciranda, movimentos expressivos, atividades rítmicas, entre outras tantas possibilidades. Mais importante, porém, do que o tipo de atividade é a forma como é orientada e como é experienciada, e o porquê de estar sendo realizada. (ALMEIDA, s/d). No entanto este “porquê” deve estar muito nítido para o professor que propõe as atividades lúdicas, pois a criança deve estar voltada apenas com o brincar, se divertir da forma mais natural possível, não deve ficar esperando o que vai aprender com aquilo, para poder ao final perceber o quanto aprendeu fazendo algo tão prazeroso.

O professor deve ter consciência de que quando a criança se entrega em uma brincadeira ela não tem como não aprender algo, não desenvolver alguma habilidade ou conhecimento. Ainda mais se tratando de interação com outras crianças, pois “o ato de jogar supõe [...] relações interpessoais que [...] possam contribuir para enriquecer a dinâmica das relações sociais na sala de aula” (RIZZI; HAYDT, 1987, p.5)

Quanto às atividades lúdicas devemos considerar que elas não abarcariam toda a complexidade que envolve o processo educativo, mas podem, e muito, auxiliar na busca de melhores resultados por parte dos educadores interessados em promover mudanças. Estas atividades servem como mediadoras de avanços e contribuem para tornar a sala de aula um ambiente alegre e favorável. (NEVES, s/d)

Vale lembrar ainda que “o lúdico como instrumento educativo já se fazia presente no universo criativo do homem desde os primórdios da humanidade. (CHAGURI, 2006, p. 2)

 

IMPORTÂNCIA DO LÚDICO PARA A AQUISIÇÃO DO CONHECIMENTO

O lúdico é extremamente importante para o desenvolvimento do ser humano, então pode auxiliar na aquisição de novos conhecimentos, em sala de aula, facilitando muito no processo ensino-aprendizagem. É através de atividades lúdicas, que “o educando explora muito mais sua criatividade, melhora sua conduta no processo de ensino-aprendizagem e sua auto estima”. (NEVES, s/d)

Depois da intervenção realizada em campo tivemos um retorno muito positivo da professora da turma que nos relatou a motivação dos alunos com as atividades realizadas. Para que se possa compreender melhor, o estágio consistia, resumidamente, numa proposta de se trabalhar a leitura e a escrita, por meio das perspectivas de futuro das crianças, para tanto as crianças desenharam o que gostariam de ser quando crescer, brincaram do jogo da “forca” para descobrir as profissões que os colegas haviam escolhido, pesquisaram e responderam questionário sobre a profissão escolhida, escreveram um história, trocaram com os colegas e construíram cartazes com suas produções.

E, o mais importante neste processo, foi a professora perceber a importância e necessidade de se trabalhar de forma lúdica com seus alunos, para que eles pudessem se apropriar mais facilmente dos conhecimentos. Mostrou-nos uma atividade que havia realizado com as crianças para ensinar a fração e disse que rendeu muito mais do que se tivesse tentado explicar da forma tradicional. Ao perceber que as crianças produziam, aprendiam e se desenvolviam mais quando faziam as atividades mais livremente e espontaneamente, buscou trazer esta leveza também para o ensino da matemática. Sendo que a professora em questão já busca trabalhar de forma lúdica com as crianças e demonstrou valorizar o brincar e o jogo para as crianças em outros momentos também.

A observação e a intervenção vêm ao encontro com os termos de Chaguri (2006, p. 2) “Os jogos ajudam a criar um entusiasmo sobre o conteúdo a ser trabalhado a fim de considerar os interesses e as motivações dos educandos em expressar-se, agir e interagir nas atividades lúdicas realizadas na sala de aula.”

Mas uma aula inspirada no lúdico, não é necessariamente aquela que ensina conteúdos com jogos, mas aquela em que as características do brincar estão presentes (atividade livre, criativa, imprevisível, capaz de absorver a pessoa que brinca, não centrada na produtividade), influindo no modo de ensinar do professor, na seleção dos conteúdos e no papel do aluno.

Segundo Lucci (s/d) “o ensino não pode ser aborrecido e enfadonho: o fastidium é um grave obstáculo para a aprendizagem”.

No entanto, sendo a ludicidade uma necessidade do ser humano em qualquer idade, não pode ser vista apenas como diversão. O desenvolvimento do aspecto lúdico deve, além de divertir, facilitar a aprendizagem, o desenvolvimento pessoal, social e cultural, colaborar para uma boa saúde mental, preparar para um estado interior fértil, facilitar os processos de socialização, comunicação, expressão e construção do conhecimento. (ALMEIDA, s/d.)

Enfim, o lúdico propicia uma compreensão de mundo e de conhecimento mais ampla para a aprendizagem do aluno. (CHAGURI, 2006, p.11).

 

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE VAI TRABALHAR DE FORMA LÚDICA

O professor que está interessado em promover mudanças poderá encontrar na proposta do lúdico uma importante metodologia, que pode até contribuir para diminuir os altos índices de fracasso escolar e evasão verificados nas escolas, pois a partir do momento que o aluno se envolve com o aprendizado as chances de ele fracassar ou desistir da escola diminuem consideravelmente.

No entanto, o sentido verdadeiro da educação lúdica, só estará garantido se o professor estiver preparado para realizá-lo, tiver conhecimento sobre os fundamentos da mesma e vontade de estar em contínuo aprendizado e renovação, pois trazer atividades que interessem aos alunos demanda pesquisa, estudo, observação das crianças com as quais se trabalha entre outros esforços por parte do educador. Pois não é só dar qualquer jogo por ser educativo ou propor uma brincadeira, o professor precisa mediar este processo e mesmo que não participe efetivamente, de estar muito atento ao que acontece para saber aonde intervir.

O papel do pedagogo e do professor é de fundamental importância para a difusão e aplicação de recursos lúdicos. O professor ao se conscientizar das vantagens do lúdico, adequará a determinadas situações de ensino, utilizando-as de acordo com suas necessidades.  O pedagogo, como pesquisador, estará em busca de ações educativas eficazes para que o mesmo prazer que a criança tem ao sair para o recreio, ao ir às aulas de Educação Física ou na hora da saída, esteja presente na sala de aula. (NEVES, s/d)

Mas os professores, além disso tudo, devem estar atentos a mais uma questão muito importante e que mexe com o papel do professor e por mais que se tenha muitas discussões acerca da necessidade de mudança deste papel, de desconstrução de certas crenças, ainda é muito forte.

[...] em uma sala de aula ludicamente inspirada, convive-se com a aleatoriedade, com o imponderável; o professor renuncia à centralização, à onisciência e ao controle onipotente e reconhece a importância de que o aluno tenha uma postura ativa nas situações de ensino, sendo sujeito de sua aprendizagem; a espontaneidade e a criatividade são constantemente estimuladas. Podemos observar que essas atitudes, de um modo geral, não são, de fato, estimuladas na escola. (ALMEIDA, s/d)

Portanto o professor deve também renunciar, modificar algumas posturas e atitudes já incorporadas, o que se torna mais difícil, pois lidar com a mudança, com o diferente é desafiador e nem todos estão abertos para isto.

É importante considerar que a formação lúdica não é importante somente para a criança, mas também para o educador, pois possibilita a ele conhecer-se como pessoa, saber de suas possibilidades, desbloquear resistências e ter uma visão clara sobre a importância do jogo e do brinquedo para a vida da criança, do jovem e do adulto. (SANTOS, 1997; KISHIMOTO, 1999 apud ALMEIDA, s/d) Mas, se ainda é complicado a inserção da ludicidade em sala de aula para crianças, no caso dos adultos, na formação dos professores torna-se uma realidade mais distante ainda.

Para se trabalhar de forma lúdica deve-se estar atento ao trabalho em e com o grupo, pois as relações interpessoais serão mais constantes e demandarão um cuidado em especial e o professor deveria também ter alguns conhecimentos mínimos sobre tipos de grupo, fases de grupo (inclusão, controle, afeição e separação), personalidades, os variados papéis desempenhados em um grupo, comunicação, feedback, conflitos, coesão de grupo, normas e regras, crenças e valores, entre outros conhecimentos que ajudam no trabalho com grupos.

O trabalho em grupo cria um clima de cooperação dentro da sala de aula e facilita as relações que se darão dentro daquele espaço, além de o grupo se tornar mais responsável pelo seu processo e resolver seus problemas e conflitos de forma mais clara e aberta entre os membros. Se as crianças começarem a ter atividades lúdicas, mas ainda se sentirem isoladas e não incluídas entre elas e não tiverem construído uma relação de amizade e afinidades entre os colegas, bem como o envolvimento com as atividades tornam-se mais egocêntricas e distantes do outro. A troca com o outro pode ser muito enriquecedora, além de fazer parte de toda a nossa vida, pois a todo o momento estaremos convivendo e vivendo com os outros.

É essencial que o educador tenha uma formação continuada, também com relação aos aspectos metodológicos do lúdico, e perceba a importância que tem o desenvolvimento de atividades lúdicas para as crianças, jovens e adultos. E que possa trabalhar cada vez mais sua criatividade para levar melhores atividades e dinâmicas para a sala de aula. Que possa através da troca de experiências com outros profissionais estar sempre se renovando e inovando a sua prática fazendo com que seus educandos possam ficar cada vez mais interessados e envolvidos com o processo de ensino-aprendizagem.

 

E AS CRIANÇAS?

Qual o papel delas nesta história toda? Até agora foi falado do professor, da responsabilidade do professor, das propostas do professor. É importante colocar que não é fácil também para as crianças lidar com o diferente, com a mudança em sala de aula, o que vai exigir muito mais paciência e determinação do professor que estiver trazendo propostas diferenciadas.

Muitas vezes ao se trazer uma dinâmica diferente e interessante (na visão do educador) para sala de aula a expectativa cai por água a baixo quando a turma demonstra pouco ou nenhum interesse pela atividade. Isto serve como fator extremamente desestimulante ao educador que teve que ir atrás de materiais e de idéias para levar às crianças. E, desta forma, diversos professores deixam de estar tão motivados e voltam ao tradicional, pois acreditam que criança é bagunceira e não adianta tentar brincar que elas não sabem sem que tudo vire baderna.

Mas aí se encontra o maior desafio, a persistência. Para que a criança possa começar a conviver com uma nova metodologia, que é totalmente nova diferente e confusa para a sua concepção de escola, ela precisa exercitar o brincar em sala de aula, o brincar neste espaço que sempre foi visto como “sério” e sem espaço para brincadeiras.

A criança antes mesmo de ir para a escola, para o 1º ano, já recebe informações/instruções em casa de que é difícil, é chato, tem que estudar muito, ou seja, ela já vai com a crença de que não pode ser prazeroso. Então ao ser proposta para ela uma atividade que é uma brincadeira fica muito confuso e ela ainda não sabe como lidar com aquela situação naquele contexto. E vira uma bagunça mesmo, até que se torne natural, natural ter prazer na escola, na aula e na aquisição de novos conhecimentos.

 

TORNANDO A ESCOLA E O APRENDIZADO MAIS PRAZEROSO E SIGNIFICATIVO

A sala de aula tem dentre outras características, o fato de se apresentar como coisa séria, não permitindo espaço para o divertimento; o rigor e a disciplina são mantidos em nome dos padrões institucionais, o que torna o ambiente infantil artificial, longe dos gostos das crianças. O brincar se resume em ouvir histórias ou cantar algumas músicas. A hora do recreio, a hora da saída e a aula de Educação Física se tornam os únicos momentos em que as crianças desnudam da responsabilidade da escola para permitir-se brincar e ser criança. Assim a criança e mesmo o jovem opõe uma resistência à escola e ao ensino, porque acima de tudo ela não é lúdica, não é prazerosa.

Snyders (s/d) defende a alegria na escola, vendo-a não só como necessária, mas como possível. Diz o autor “A maior parte das crianças em situação de fracasso são as de classe popular e elas precisam ter prazer em estudar; do contrário, desistirão, abandonarão a escola, se puderem. [...]” (p. 37)

Quanto mais os alunos enfrentam dificuldades de ordem física e econômica, mais a escola deve ser um local que lhes traga outras coisas. Essa alegria, não pode ser uma alegria que os desvie da luta, mas eles precisam ter o estímulo ao prazer. A alegria deve ser prioridade para aqueles que sofrem mais fora da escola. (NEVES, s/d)

Volpato (2002) também se mostra bem interessado por esta questão de a escola se tornar mais prazerosa, em seu livro “Jogo, brincadeira e brinquedo” trás dois subitens de capítulo tratando desta temática. Para o autor

Compreender o jogo, a brincadeira e o brinquedo como manifestações culturais de profunda significação, principalmente para a criança, e reconhecer a necessidade dessas atividades no processo de desenvolvimento infantil, [...], é importante, sobretudo pela necessidade urgente de a escola vir a ser um lugar mais prazeroso. (VOLPATO, 2002, p. 111)

Reiteramos que a escola é vista culturalmente como um espaço em que não há tempo para o prazer, em que temos que cumprir os deveres e esperar que acabe. Muitos passam a semana esperando pelo final de semana, o ano esperando pelas férias e a fase adulta para sair da escola. Mas cada vez ao avançarmos o nível de ensino vamos vendo que o estudo nunca pára, ou melhor, nunca deveria parar, deveríamos sempre estar em contínua formação, pois o conhecimento não é estático e nem imutável, ele está em constante transformação e renovação e para conseguirmos estar atualizados enquanto profissionais precisamos estar estudando sempre.

Mas como fazer isto se estudar sempre foi visto como cansativo e trabalhoso? Muitas pessoas encontraram educadores em suas vidas que os motivaram e mostraram a importância do estudo e de forma prazerosa, mas muitos não conseguiram ter esta consciência e querem distância das salas de aula. Esta situação só poderá ser modificada com os professores de agora fazendo aulas mais prazerosas, mais leves e lúdicas para as crianças, tornando assim a escola um ambiente mais prazeroso e o estudo, o aprendizado simples e natural. Que as pessoas possam sentir prazer aprendendo e estudando, aliás, que possam aprender e estudar efetivamente em suas escolas.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Perceber e valorizar a importância do lúdico em sala de aula é fundamental para que esta prática seja cada vez mais comum e presente nas escolas. E o papel principal de implementar e cultivar tal metodologia é dos professores, em seus planejamentos e programas de aula, levando aos alunos uma forma mais leve, divertida e prazerosa de aprender.

O lúdico vem como o diferencial para a educação que necessita de mudança, de novidade, de estímulo e incentivo. Trazer para as crianças e adolescentes um aprendizado que seja significativo e ao mesmo tempo leve e prazeroso é renovar o modelo de escola que temos, modificando a visão de lugar sério e chato, tornando-a um lugar mais aconchegante para os que nela passam tanto tempo. Este pode ser um pequeno e inicial passo para se superar a visão que se tem de escola, já ultrapassada, por ser desinteressante.

 

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, Anne Ludicidade como instrumento pedagógico. Disponível em: http://www.cdof.com.br/recrea22.htm – Acesso em 28.05.08

CHAGURI, J. P. O Uso de Atividades Lúdicas no Processo de Ensino/Aprendizagem de Espanhol como Língua Estrangeira para Aprendizes Brasileiros. In: UNICAMP. Publicações de Alunos Graduados e Pós-Graduados do Instituto de Estudos da Linguagem – São Paulo. Versão On-line São Paulo: UNICAMP, 2006. Disponível em: http://www.unicamp.br/iel/site/alunos/publicacoes/>. Acesso em 28.05.08

LUCCI, Elian Alabi A escola pública e o Lúdico. Disponível em http://www.hottopos.com/videtur18/elian.htm – Acesso em 28.05.08

NEVES, Lisandra Olinda Roberto. O lúdico nas interfaces das… relações educativas. Disponível em: http://www.centrorefeducacional.com.br/ludicoint.htm – acesso em 28.05.08

RIZZI, Leonor; HAYDT, Regina Célia. Atividades lúdicas na educação da criança. São Paulo: Ática, 1987.

VOLPATO, Gildo. Jogo, brincadeira e brinquedo: usos e significados no contexto escolar e familiar. Florianópolis: Cidade Futura, 2002.

 

[1] Acadêmica da 6ª fase do curso de Pedagogia da Universidade do Estado de Santa Catarina, 2008/01. E-mail: micanvec@gmail.commicanvec@gmail.com